No centro de São Paulo, o Copan atravessa uma transformação que extrapola suas curvas modernistas. O edifício, projetado para morar, passou a abrigar centenas de unidades de aluguel de curta temporada. A cena cotidiana de malas nos elevadores e hóspedes nos corredores traduz uma disputa contemporânea: quando a moradia se converte em ativo de circulação, o que acontece com a vida em comunidade? Michel Alcoforado analisa a questão.
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